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A volta da Fiorucci e o renascimento das marcas

Marca reviveu seu logo icônico para o relançamento

Marca reviveu seu logo icônico para o relançamento

Foi anunciado que a italiana Fiorucci, sucesso nos anos 1970, está voltando ao mercado em 2017. A iniciativa marca a comemoração de 50 anos da grife e já é possível encontrar algumas peças sendo vendidas na loja de departamento Barneys, em Nova York.

O relançamento é reflexo da compra da label, em 2015, por Janie Schaffer, ex-CEO da Victoria’s Secret. A marca vinha enfrentando momentos difíceis desde a década de 1980, devido a má gestão do fundador Elio Fiorucci, e foi trocada de mãos em 1990, quando foi adquirida pela empresa japonesa Edwin Co. Ltd..

Em seu auge, a Fiorucci tinha, entre seus clientes fiéis, nomes como Madonna, Cher e Elizabeth Taylor, adeptas do estilo exótico da marca que abusava das estampas animais, das cores e das calças jeans super justas.

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A grife passou pelo Brasil em momentos distintos: primeiro em 1976, sob a responsabilidade da Glória Kalil, e em 2006, quando passou a ter suas peças importadas pelo grupo Supermarcas.

O movimento de renascer é algo frequente no universo da moda. A Maison Elsa Schiaparelli, conhecida pelos produtos feitos em parceria com artistas como Salvador Dalí, reabriu em 2014 após um hiato de 60 anos. O responsável pela reabertura foi Diego Della Valle, presidente e CEO da Tod’s, e, desde então, a grife vem apresentando coleções na semana de alta-costura de Paris.

A maison Poiret, ícone da alta-costura nos anos 1920, foi adquirida em 2015 pela coreana Shinsague International com o intuito de ser relançada – fato que ainda não se concretizou.

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