Forbes Radar: Sul América, Raia Drograsil, Notre Dame e outros destaques corporativos

No Forbes Radar de hoje (12), empresas divulgam seus balanços financeiros. O Carrefour Brasil teve lucro líquido de R$ 420 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 4,7% ante mesmo período de 2020. Ao mesmo tempo, a BR Distribuidora reportou lucro líquido de R$ 492 milhões no primeiro trimestre, um salto de 110% e a Raia Drogasil apontou lucro líquido ajustado de R$ 177 milhões, alta de aproximadamente 16,5%.

Outras empresas também conseguiram apresentar bons reultados no 1º trimestre, a Marfrig Global Foods obteve lucro líquido de R$ 279 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo líquido de R$ 137 milhões e a Santos Brasil também inverteu o prejuízo registrado de R$ 13,3 milhões para o lucro líquido de R$ 30,9 milhões nos três primeiros meses do ano.

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Carrefour Brasil (CFRB3)

O Carrefour Brasil teve lucro líquido de R$ 420 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 4,7% ante mesmo período de 2020, impulsionado por maiores vendas em suas divisões de supermercados e atacarejo e controle de gastos.

A companhia apurou uma geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 1,1 bilhão nos três primeiros meses do ano, praticamente estável sobre o desempenho de um ano antes.

A empresa afirmou que pretende abrir 45 novas lojas em 2021, incluindo conversões das operações de atacado compradas do grupo Makro, o que deve gerar um crescimento de 10% a 12%.

As vendas líquidas do grupo avançaram 13,8%, enquanto as despesas com vendas, gerais e administrativas tiveram incremento de 7,1% no período.

Sul América (SULA11)

A seguradora e administradora de recursos de terceiros Sul América teve queda no lucro do primeiro trimestre, refletindo maiores custos ligados à Covid19.

A companhia anunciou que seu lucro das operações continuadas de janeiro a março somou R$ 54 milhões, montante 22,8% inferior ao de um ano antes.

“Tivemos custos assistenciais relevantes associados à pandemia”, afirmou a companhia no relatório de resultados, citando despesas assistenciais de cerca de R$ 384 milhões com consultas e exames, além de R$ 30 milhões com pagamento de seguro de vida por mortes ligadas à doença. Desde o início da pandemia, já foram 1.403 óbitos de segurados.

Além disso, a Sul América pagou mais impostos do que no primeiro trimestre de 2020, quando tinha sido beneficiada com pagamento de juros sobre o capital próprio.

As receitas da Sul América com seguros no período foram 5,3% maiores ano a ano, da ordem de R$ 4,9 bilhões, com a expansão em segmentos como planos de saúde, e produtos de previdência mais do que compensando o declínio em gestão de recursos.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado atingiu R$ 146 milhões no trimestre, avanço de 34,9% sobre um ano antes.

Marfrig (MRFG3)

A Marfrig Global Foods reverteu um prejuízo de R$ 137 milhões obtido no primeiro trimestre de 2020 e marcou lucro líquido de R$ 279 milhões entre janeiro e março deste ano.

O valor foi impulsionado por fortes resultados na operação da América do Norte que compensaram adversidades ocorridas sobretudo no Brasil, conforme balanço divulgado ontem (11).

Com avanço de 39,7% no Ebitda ajustado, para R$ 1,7 bilhão, e alta de 27,7% na receita líquida, a R$ 17,2 bilhões, a companhia brasileira, maior produtora de hambúrgueres do mundo, consolidou seu melhor primeiro trimestre da história.

BR Distribuidora (BRDT3)

A BR Distribuidora reportou lucro líquido de R$ 492 milhões no primeiro trimestre, um salto de 110% ante mesmo período de 2020 (R$ 234 milhões).

O Ebitda ajustado também mais que dobrou, para R$ 1,18 bilhão, avanço de 116,9% em um ano, enquanto a receita da companhia subiu 23,3%, para R$ 26,13 bilhões.

O desempenho operacional é “derivado dos ganhos de margens de comercialização, redução dos gastos e maiores receitas com aluguéis e royalties”, disse a empresa.

A distribuidora ressaltou que, na comparação anual, houve um crescimento no volume de vendas de 1,6%, apesar do agravamento da pandemia do coronavírus, que voltou a pressionar a demanda de derivados ao longo do primeiro trimestre.

A BR Distribuidora também informou que assinou um acordo de renegociação de dívida com a CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá), que poderá gerar um impacto positivo de R$ 353 milhões no resultado da distribuidora de combustíveis.

Segundo fato relevante divulgado ontem (11), o acordo terá efetivo impacto no resultado da companhia mediante duas condições: a realização da licitação para privatização da CEA até 30 de junho de 2021 e a transferência do controle da empresa amapaense, decorrente do processo de privatização, até o final do ano.

“Atendidas as condicionantes contratuais, o acordo gerará impacto positivo no resultado da companhia, uma vez que os débitos se encontravam completamente provisionados”, disse a BR Distribuidora. “Por tratar-se de passivo contingente, a quitação deste débito gerará impacto líquido nulo no resultado. A concretização do referido acordo representa mais um importante passo na recuperação de recebíveis da companhia, além de contribuir para sua geração de caixa.”

Santos Brasil (STBP3)

O lucro líquido da Santos Brasil no primeiro trimestre foi de R$ 30,9 milhões, revertendo prejuízo líquido de R$ 13,3 milhões do mesmo período de 2020. O Ebitda alcançou R$106,1 milhões, 175,3% superior aos três primeiros meses do ano passado, No período também foram investidos R$35,7 milhões, sendo R$32,2 milhões no Tecon Santos.

De acordo com Daniel Pedreira Dorea, diretor econômico-financeiro e de RI (relações com investidores) da Santos Brasil, “os principais catalisadores do forte resultado apresentado pela Santos Brasil são a quantidade elevada de contêineres movimentados aliada a um mix de carga balanceado, com bom volume de importação, principalmente no Tecon Santos. Essa combinação é vigorosa porque, a partir daí, a alta alavancagem operacional faz a sua parte na expansão das margens.”

Tesla (TSLA34)

A Tesla suspendeu os planos de comprar área para expandir sua fábrica em Xangai e torná-la um centro de exportação global, disseram fontes a par do assunto, em razão da incerteza criada por tensões entre Estados Unidos e China.

A Tesla havia considerado anteriormente expandir as exportações de seu Model 3 feito na China para mais mercados, incluindo os EUA, disseram fontes à Reuters, um plano que não havia sido divulgado anteriormente.

A montadora atualmente envia veículos Model 3s fabricados na China para a Europa, onde está construindo uma fábrica na Alemanha. Sua fábrica em Xangai foi projetada para produzir até 500.000 carros por ano e atualmente está produzindo veículos Model 3 e Model Y a uma taxa de 450.000 unidades por ano.

Em março, a Tesla desistiu de fazer uma oferta por um terreno do outro lado da estrada da fábrica, uma vez que não pretendia mais aumentar significativamente a capacidade de produção da China, pelo menos por agora, afirmam três fontes. Em um comunicado à Reuters, a Tesla disse que sua fábrica em Xangai estava “se desenvolvendo conforme o planejado.”

O governo da cidade de Xangai, um dos principais apoiadores do estabelecimento da Tesla de uma fábrica de propriedade integral na China – a primeira e única fábrica estrangeira de automóveis de passageiros não obrigada a formar uma joint venture – não respondeu a um pedido de comentário.

A Tesla nunca declarou a intenção de adquirir o terreno, que tem cerca de metade do tamanho do terreno de 200 acres (80 hectares) que abriga as instalações atuais da Tesla e permitiria à empresa aumentar a capacidade em mais 200 mil a 300 mil carros, disseram duas fontes.

Eternit (ETER3)

A Eternit teve lucro líquido de R$ 58,4 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo o prejuízo líquido de R$ 14,9 milhões do mesmo período de 2020. O Ebitd totalizou R$ 85 milhões, alterando o resultado negativo de R$ 6,6 milhões do ano passado.

“O resultado obtido nesse trimestre é fruto do excelente desempenho operacional do segmento de fibrocimento e da retomada das exportações de fibra de crisotila”, informou a empresa.

Amazon (AMZO34)

A gigante norte-americana de comércio eletrônico Amazon anunciou uma prateleira de produtos importados com frete grátis para seus clientes do serviço Prime no Brasil.

A companhia afirmou que o catálogo inclui milhares de produtos de várias partes do mundo incluindo artigos para o lar, esportes, livros, música, eletrônicos, informática, pet shop, beleza, moda e relógios.

Como os preços dos produtos são em reais, as compras podem ser feitas com boletos ou cartão de crédito, com parcelamento em até dez vezes. O prazo de entrega é o mesmo do usado para produtos nacionais, podendo ser feita em até um dia, dependendo da região.

Para produtos não imediatamente disponíveis em estoque, o prazo é de cerca de duas semanas, disse o líder de operações de varejo da Amazon Brasil, Tiago Abel.

O Prime é um serviço de assinatura da Amazon, vendido no Brasil com mensalidade a partir de R$ 9,90.

Eletrobras (ELET6)

O relatório preliminar da medida provisória de privatização da Eletrobras apresentado nesta ontem (11) pelo deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) prevê alocar parte dos recursos gerados pela operação em benefício apenas dos consumidores cativos de energia, o que aliviaria tarifas principalmente de clientes residenciais.

A proposta representa mudança frente ao plano inicial do governo, pelo qual metade dos R$ 50 bilhões estimados com a capitalização da empresa seria direcionada pela companhia ao longo dos anos para aliviar encargos que pesam sobre os custos da energia de todos brasileiros, incluindo empresas e grandes indústrias que operam no chamado mercado livre de eletricidade.

O governo do presidente Jair Bolsonaro prevê levantar cerca de R$ 25 bilhões para o Tesouro com a desestatização, por meio da cobrança de bônus de outorga junto à companhia em troca da renovação de contratos de concessão antigos.

A MP enviada por Bolsonaro ao Congresso previa ainda que a Eletrobras precisaria, após a privatização, direcionar valores da mesma ordem (R$ 25 bilhões) para aliviar os custos da energia de todos consumidores nos próximos anos, até para compensar os contratos mais vantajosos atribuídos à companhia.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil teve lucro líquido de R$ 942 milhões no primeiro trimestre, queda de 18% ante mesmo período de 2020, diante de maiores despesas financeiras e depreciação.

A companhia também anunciou que assinou memorando de entendimento vinculante com a Teledoc Health para criar uma plataforma de telemedicina no Brasil chamada de Vida V, que será lançada nos próximos meses.

Raia Drogasil (RADL3)

A Raia Drogasil apontou lucro líquido ajustado de R$ 177 milhões no 1º trimestre deste ano, alta de aproximadamente 16,5% em relação ao mesmo período de 2020 (R$ 152 milhões).

A Ebitda foi de R$ 432,3 milhões entre janeiro e março, 20,4% acima do primeiro trimestre de 2020.

A Raia Drogasil finalizou o período com 2.319 lojas, após o fechamento de 20 unidades e outras 40 aberturas orgânicas. A participação de mercado em nível nacional alcançou 14,1%.

Notre Dame Intermédica (GNDI3)

A Notre Dame Intermédica registrou prejuízo líquido de R$ 27,9 milhões no primeiro trimestre, revertendo lucro de R$ 160,4 milhões um ano antes, afetada pelo aumento da sinistralidade no período por causa da pandemia de Covid-19.

A sinistralidade caixa cresceu 10,1 pontos percentuais, para 78,3% no primeiro trimestre, em meio ao aumento de custos com internações hospitalares nas redes própria e credenciada, alta frequências de exames e o tratamento de longa permanência dos pacientes com Covid, detalhou a companhia.

O item ‘contas médicas caixa’, que a empresa afirma ser o mais relevante dos custos e serviços prestados, aumentou 30,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, para quase R$ 2,3 bilhões, acima da expansão de 13,4% da receita líquida, para R$ 2,9 bilhões.

Em termos ajustados, a companhia, uma das maiores operadoras de planos de saúde do país e com rede própria de atendimento de serviços de saúde e odontologia, teve lucro de R$ 27,9 milhões nos primeiros três meses do ano, tombo de 86,6% frente ao mesmo período do ano passado.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado caiu 52,8%, para R$ 189,3 milhões, com a margem recuando para 6,5%, ante 15,7% um ano antes.

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Petrobras (PETR4)

A diretoria da Petrobras aprovou junto ao órgão antitruste Cade que a ampliação dos prazos para a venda de refinarias e ativos de gás.

Os desenvestimentos fazem parte de obrigações assumidas pela companhia em acordos firmados com a autarquia, que têm como objetivo atrair novos investidores e estimular a concorrência nos mercados de refino e gás natural.

No novo cronograma, a Petrobras terá até 31 de julho para vender a Reman (Refinaria Isaac Sabbá), Lubnor (Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste) e Refap (Refinaria Alberto Pasqualini).

Já os ativos SIX (Unidade de Industrialização de Xisto), Regap (Refinaria Gabriel Passos) e Rnest (Refinaria Abreu e Lima) devem ser vendidos até 30 de outubro. A Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas) terá até o fim do ano.

Locaweb (LWSA3)

O Conselho de administração da Locaweb aprovou a eleição de Aline Goldsztejn como diretora jurídica corporativa e de Simony Moraiscomo diretora de gente e gestão corporativa.

BRF (BRFS3)

A BRF está avaliando o impacto financeiro de novas restrições impostas pela Arábia Saudita às vendas de carne de frango, que reduzirá a validade do produto congelado e seus cortes de um ano para três meses.

A BRF disse em comunicado que as autoridades sauditas notificaram a OMC (Organização Mundial do Comércio) da mudança, e que a companhia avaliará os reflexos em conexão com as autoridades competentes para a adoção de eventuais medidas aplicáveis, em linha com os acordos da OMC.

Os países-membros da organização potencialmente afetados pela medida poderão apresentar comentários em até 60 dias contados a partir da data de notificação, acrescentou a empresa.

A nova restrição ocorre após a Arábia Saudita ter anunciado, na semana passada, a suspensão das exportações de carne de frango de 11 frigoríficos brasileiros sem fornecer explicações, embora plantas da BRF não tenham sido afetadas por esta rodada de suspensões.

O governo brasileiro já havia afirmado que iniciou contatos com a Arábia Saudita a respeito das proibições.

Armac

A locadora brasileira de equipamentos para agronegócio, mineração, e infraestrutura Armac pediu ontem (11) o registro de IPO (Oferta Pública Inicial), em busca de recursos para ampliar seu negócio.

A empresa criada em 1994 e com sedena grande São Paulo, se apresenta a maior do país em locação de escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras, tratores de esteira, minicarregadeiras, motoniveladoras e tratores agrícolas.

A Armac tinha no fim de março uma frota própria de 1.403 equipamentos de fabricantes como John Deere, Volvo, Hyundai, JCB, New Holland, Caterpillar e Komatsu.

A companhia afirma no prospecto preliminar da oferta que teve no primeiro trimestre receita anualizada de R$ 257 milhões, e Ebitda de R$ 128 milhões, altas de 173% e de 219% respectivamente, em relação a igual etapa de 2020.

A oferta, que será coordenada por Santander, Itaú BBA, BTG Pactual e Morgan Stanley, servirá também para que o fundo Speed, da Gávea investimentos, e membros da família fundadora Aragão vendam participação no negócio.

Hashdex (HASH11)

A Hashdex, especializada em investimentos em criptoativos, recebeu um aporte de R$ 135 milhões, que devem ser usados para fortalecer a marca no Brasil e abrir caminho para expansão no exterior. Para isso, a equipe de 25 pessoas deve multiplicar e chegar a quase 100 colaboradores, segundo publicação do Valor Econômico.

Espaço Laser (ESPA3)

A Espaço Laser comprou o controle da Cela (Centro Estético Láser Alemán), rede de clínicas de depilação no Chile, por US$ 4,6 milhões. Com a conclusão da operação, a companhia será dona de quase 67% da empresa.

O valor será pago em: US$ 1,5 milhão à vista e US$ 3,1 bilhões em até 36 parcelas.

Melnick (MELK3)

o conselho de administração da Melnick recebeu uma carta de renúncia apresentada por Helio Seibel, ao cargo de membro efetivo independente do conselho e Fábio Gabriel Heinze, ao cargo de membro suplente de Helio Seibel.

Adicionalmente, os conselheiros aprovaram a nomeação de Marcelo Cabral Bernabe, como substituto de Helio Seibel, e Manuela Turner Marquez Bergamasco, como substituta de Fabio Gabriel Heinze.

(Com Reuters)

Calendário de divulgação dos próximos resultados:

  • Aeris (AERI3)- 12 de maio
  • Yduqs (YDUQ3) – 12 de maio
  • Via Varejo (VVAR3) – 12 de maio
  • Valid (VLID3) – 12 de maio
  • Suzano (SUZB3) – 12 de maio
  • SLC Agrícola (SLCE3) – 12 de maio
  • Oi (OIBR4) – 12 de maio
  • Natura (NTCO3) – 12 de maio
  • MRV (MRVE3) – 12 de maio
  • Moura Dubeux (MDN3) – 12 de maio
  • Locaweb (LWSA3)- 12 de maio
  • JBS (JBSS3)- 12 de maio
  • Hering (HGTX3) – 12 de maio
  • Hapvida (HAPV3)- 12 de maio
  • Fras-le (FRAS3)- 12 de maio
  • Guararapes (GUAR3)- 12 de maio
  • Eneva (ENEV3)- 12 de maio
  • Enauta (ENAT3)- 12 de maio
  • Eletrobras (ELET6)- 12 de maio
  • EDP Energias do Brasil (ENBR3)- 12 de maio
  • Banrisul (BRSR6) – 12 de maio
  • Ambipar (AMBP3)- 12 de maio

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