G7 cogita alocar US$ 100 bilhões do FMI para nações atingidas pela Covid

Ben Stansall/Pool via REUTERS
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Alguns líderes do G7 pensaram em destinar a ajuda monetária para Estados africanos; proposta será discutida em cúpula hoje (11)

Os Estados Unidos e outras nações do G7 estão cogitando realocar US$ 100 bilhões das reservas do FMI (Fundo Monetário Internacional) para ajudar os países que enfrentam mais dificuldades com a crise da Covid-19, disse a Casa Branca.

A questão estará em pauta quando os líderes do G7 debaterem como ajudar a direcionar a recuperação mundial para longe da pandemia de coronavírus durante uma cúpula de três dias na Cornualha, no sudoeste da Inglaterra, que começa hoje (11).

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“Os Estados Unidos e nossos parceiros do G7 estão cogitando um esforço global para multiplicar o impacto da alocação proposta dos SDR (Direitos Especiais de Retirada) para os países mais necessitados”, disse o gabinete do presidente norte-americano, Joe Biden.

“Com um tamanho potencial de até US$ 100 bilhões, o esforço proposto apoiaria mais as necessidades de saúde – incluindo vacinações – e ajudaria a permitir recuperações econômicas mais verdes e robustas em países vulneráveis, além de promover uma recuperação global equilibrada, contínua e inclusiva.”

Ontem (10), o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que as nações do G7 entrem em acordo para realocar US$ 100 bilhões em SDRs para Estados africanos.

Em abril, chefes de finanças de todo o mundo concordaram em reforçar os SDRs em US$ 650 bilhões e prorrogar um congelamento nos serviços de dívida para ajudar países em desenvolvimento a lidarem com a pandemia, mas somente US$ 34 bilhões seriam destinados à África. (Com Reuters)

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